Janete Capiberibe - Itens filtrados por data: Agosto 2017

Senador Capi e deputada Janete vão à UNESCO buscar proteção à área da RENCABrasília, 05/09/2017 – O senador João Capiberibe e a deputada federal Janete Capiberibe, ambos do PSB/AP, foram à UNESCO-Brasil, nesta terça, 05, para tratar de ações de proteção da área abrangida pela antiga Reserva Nacional do Cobre e Associados, RENCA, extinta pelo governo Temer para permitir lá a mineração privada. Da reunião, ficou decidido que será proposto criar cátedras UNESCO nas Universidades da região para ministrar aulas sobre preservação ambiental, exploração sustentável, proteção às populações e economia tradicional, dentre outros temas associados proteção ambiental e das populações locais. A deputada Janete propôs como saída transformar a área numa reserva da biosfera, para proteger aquele espaço e as populações locais.

Na área da extinta RENCA vivem indígenas dos povos Waiana, Aparai e Waiãpi e comunidades extrativistas tradicionais, ameaçados depois que o governo Temer decidiu abrir a área para exploração por mineradoras privadas. Popula

O senador Capiberibe lembrou do programa de desenvolvimento sustentável do Amapá, durante seu governo, em dois mandatos, entre 1995 e 2002, e da possibilidade real desse modelo de economia ser retomado, no estado, a partir de 2019.

A deputada Janete ressaltou a urgência de proteções àquela área de floresta, às culturas e às populações que a habitam. Ela recordou a exploração do manganês, no Amapá, que retirou as riquezas mas deixou passivos ambientais e pouco retorno econômico para os amapaenses.

O professor Nilson Moulin, assessor do senador Capiberibe, falou da tese do geógrafo Aziz Ab’Saber, segundo o qual a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável da região só serão possíveis e efetivos com a proteção do chamado “Golfão Marajoara”, que abrange partes do Amapá e do Pará e a Ilha de Marajó.

Outra preocupação do grupo é com a exploração de petróleo na costa do Amapá, que põe em risco o recife de corais, bioma único recém descoberto.

Senador Capi e deputada Janete vão à UNESCO buscar proteção à área da RENCACapi, Janete e Moulin foram recebidos por Massimiliano Lombardo e Davi Bimbatti, consultores de projetos de Ciências Naturais da UNESCO – Brasil, que mostraram-se preocupados com a exploração mineral na RENCA.

A UNESCO já desenvolve no Amapá o projeto de Pesca Sustentável na Costa Amazônica, que envolve ações sociais, econômicas e ambientais, em parceria com instituições como a UNIFAP, a EMBRAPA, a Escola Família Agrícola do Carvão, Associação de Pescadores do Bailique, dentre outras.

Sizan Luis Esberci

Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP)

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Deputada Janete dá parecer favorável à extensão da BR 156 até o ParáBrasília, 04/09/2017 – A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) apresentou relatório favorável ao projeto de Lei 7.252/2017, que permitirá ligar o trecho sul da rodovia BR 156, no município de Laranjal do Jari, à rodovia PA 254, na localidade de Monte Dourado, município de Alenquer, no Pará. O relatório da deputada Janete foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (CINDRA). O objetivo é incentivar o desenvolvimento naquela região de grande potencial de economia nos setores primário e secundário e para ampliar a qualidade de vida local.

No relatório, a deputada Janet explica que o projeto de lei tem por objetivo prolongar o traçado da rodovia BR-156, desde Laranjal do Jari, no Amapá, até o Município de Alenquer, no Estado do Pará, numa extensão de 382 km, com grande parte do traçado coincidente com o da rodovia estadual PA-254. Atualmente a rodovia cobre apenas o Estado do Amapá, desde a localidade de Cachoeira de Santo Antônio, no Município de Laranjal do Jari, até a fronteira com a Guiana Francesa. Com as alterações propostas, a BR-156 passaria a ter um total de 1.294 km, desde Alenquer até a fronteira com a Guiana Francesa.

O projeto ainda será analisado pelas Comissões de Viação e Transporte e Constituição, Justiça e Cidadania. Quando aprovado, se não houver recurso para que seja votado pelo Plenário da Câmara, vai direto para análise pelo Senado Federal.

Sizan Luis Esberci

Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP)

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Senador Capiberibe e deputada Janete são personagens de documentário de TV francesa

Macapá, 04/09/2017 – No próximo dia 21 de setembro, o senador João Capiberibe e a deputada federal Janete serão destaques do documentário da TV 5 Monde – um canal fechado cuja programação é exibida para todos os países de língua francesa –, que vai abordar a influência do idioma francês nos países fronteiriços àquele país.


Durante o programa, Capi e Janete relatam como se deu o contato deles com a língua francesa e como isso foi importante para abrir caminhos que acabaram estreitando os laços do Amapá com a Guiana Francesa.


Entre outras coisas, contam como foi o aprendizado da língua francesa – eles falam fluentemente o idioma –, fato que tem relação direta com o exílio de Capi e Janete no período da ditadura militar no Brasil, quando lutavam pelas liberdades democráticas e que resultou no exílio deles em vários países até chegarem ao Canadá, na cidade de Quebeque, onde a língua predominante é o francês.


No documentário, o senador Capi conta detalhes de como a língua francesa o aproximou das autoridades guianenses, entre elas o então governador e hoje senador Antoine Karam, cuja amizade resultou na cooperação técnica e cultural entre o Amapá e a Guiana que existe até hoje.


Janete falou aos jornalistas que o idioma francês possibilitou-lhe conhecer e se tornar amiga da então primeira-dama da França, Danielle Mitterrand. Do encontro das duas, que ocorreu em Paris, resultou a construção do Centro de Línguas Danielle Mitterrand pelo então governador João Capiberibe.


O documentário vai ao ar dia 21 setembro às 12h, na TV5 Monde e também na Guyanne Premier.

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Miguel Arraes será incluído no Livro dos Heróis da Pátria

Brasília, 01/09/2017 – A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de Lei 6101/2016 da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) e da bancada do PSB na Câmara para incluir o nome do líder político socialista Miguel Arraes no “Livro dos Heróis da Pátria”. No retorno do exílio, o senador João Capiberibe e a deputada Janete foram convidados para trabalhar com Miguel Arraes, quando ele foi eleito ao governo de Pernambuco, que promoveu ações amplas de inclusão e justiça social, especialmente para os moradores do sertão. A matéria ainda vai para apreciação pelo Senado.

Miguel Arraes de Alencar era cearense de nascimento, mas construiu sua carreira política em Pernambuco e tornou-se um dos maiores expoentes da esquerda política brasileira. Em sólida carreira política, elegeu-se governador em 1962, com 47,98% dos votos, pelo Partido Social Trabalhista (PST), com o apoio do Partido Socialista Brasileiro (PSB), do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e setores do Partido Social Democrático (PSD), derrotando João Cleofas (UDN) – representante das oligarquias canavieiras de Pernambuco, que, em algumas urnas chegou a não ter um voto sequer. Dando continuidade ao caráter de administração popular e democrática, implantou programas de educação popular e levou usineiros e donos de engenho da Zona da Mata do Estado a estenderem o pagamento do salário mínimo aos trabalhadores rurais (o Acordo do Campo) e deu pleno apoio à criação de sindicatos, associações comunitárias e às ligas camponesas. No dia primeiro de abril de 1964, Miguel Arraes foi deposto pelas tropas do IV Exército, do Golpe que instituiu a ditadura civil-militar no Brasil. Na ocasião lhe foi sugerido que renunciasse ao cargo como forma de evitar a prisão, ao que ele respondeu: “não trair a vontade dos que o elegeram”.

Com a anistia e após 14 anos longe do País, Miguel Arraes volta ao Brasil em setembro de 1979. Elegeu-se deputado federal em 1982, pelo PMDB. Em 1986, vence as eleições para governador de Pernambuco, na chamada caravana da esperança, marcada por uma forte mobilização da sociedade civil que sabia da importância de sua eleição para a luta democrática e por justiça social.

Em 1990, filia-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). É eleito mais uma vez governador em 1994, aos 78 anos. Em 2002, aos 86 anos de idade, vence sua última eleição, elegendo-se com votação consagradora, tendo dado uma valiosa contribuição à governabilidade e ao sucesso do governo do Presidente Lula, tendo indicado socialistas para o Ministério da Ciência e Tecnologia.

Miguel Arraes é natural da cidade de Araripe, antigo Brejo Seco, primogênito e único filho homem de Maria Benigna Arraes de Alencar e José Almino de Alencar e Silva. Em dois casamentos, teve 10 filhos. É pai de Ana Lúcia Arraes de Alencar, ministra do Tribunal de Contas da União, e avô de Eduardo Campos, também político e governador de Pernambuco por duas vezes.

Durante a juventude, Miguel Arraes mudou-se para a cidade do Crato, no sul do Ceará, com o objetivo de concluir o curso ginásio (segunda etapa do atual ensino fundamental). Nesses anos, um fato marcou definitivamente sua personalidade como político e como homem. Presenciou um curral com três flagelados presos por tentarem fugir da seca para Fortaleza. A consciência da desigualdade social lhe veio dessa remota convivência com o flagelo da seca e com a fome dos sertanejos.

Sizan Luis Esberci

Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP)

 

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