Senador Capiberibe e deputada Janete são personagens de documentário de TV francesa

Macapá, 04/09/2017 – No próximo dia 21 de setembro, o senador João Capiberibe e a deputada federal Janete serão destaques do documentário da TV 5 Monde – um canal fechado cuja programação é exibida para todos os países de língua francesa –, que vai abordar a influência do idioma francês nos países fronteiriços àquele país.


Durante o programa, Capi e Janete relatam como se deu o contato deles com a língua francesa e como isso foi importante para abrir caminhos que acabaram estreitando os laços do Amapá com a Guiana Francesa.


Entre outras coisas, contam como foi o aprendizado da língua francesa – eles falam fluentemente o idioma –, fato que tem relação direta com o exílio de Capi e Janete no período da ditadura militar no Brasil, quando lutavam pelas liberdades democráticas e que resultou no exílio deles em vários países até chegarem ao Canadá, na cidade de Quebeque, onde a língua predominante é o francês.


No documentário, o senador Capi conta detalhes de como a língua francesa o aproximou das autoridades guianenses, entre elas o então governador e hoje senador Antoine Karam, cuja amizade resultou na cooperação técnica e cultural entre o Amapá e a Guiana que existe até hoje.


Janete falou aos jornalistas que o idioma francês possibilitou-lhe conhecer e se tornar amiga da então primeira-dama da França, Danielle Mitterrand. Do encontro das duas, que ocorreu em Paris, resultou a construção do Centro de Línguas Danielle Mitterrand pelo então governador João Capiberibe.


O documentário vai ao ar dia 21 setembro às 12h, na TV5 Monde e também na Guyanne Premier.

Miguel Arraes será incluído no Livro dos Heróis da Pátria

Brasília, 01/09/2017 – A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de Lei 6101/2016 da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) e da bancada do PSB na Câmara para incluir o nome do líder político socialista Miguel Arraes no “Livro dos Heróis da Pátria”. No retorno do exílio, o senador João Capiberibe e a deputada Janete foram convidados para trabalhar com Miguel Arraes, quando ele foi eleito ao governo de Pernambuco, que promoveu ações amplas de inclusão e justiça social, especialmente para os moradores do sertão. A matéria ainda vai para apreciação pelo Senado.

Miguel Arraes de Alencar era cearense de nascimento, mas construiu sua carreira política em Pernambuco e tornou-se um dos maiores expoentes da esquerda política brasileira. Em sólida carreira política, elegeu-se governador em 1962, com 47,98% dos votos, pelo Partido Social Trabalhista (PST), com o apoio do Partido Socialista Brasileiro (PSB), do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e setores do Partido Social Democrático (PSD), derrotando João Cleofas (UDN) – representante das oligarquias canavieiras de Pernambuco, que, em algumas urnas chegou a não ter um voto sequer. Dando continuidade ao caráter de administração popular e democrática, implantou programas de educação popular e levou usineiros e donos de engenho da Zona da Mata do Estado a estenderem o pagamento do salário mínimo aos trabalhadores rurais (o Acordo do Campo) e deu pleno apoio à criação de sindicatos, associações comunitárias e às ligas camponesas. No dia primeiro de abril de 1964, Miguel Arraes foi deposto pelas tropas do IV Exército, do Golpe que instituiu a ditadura civil-militar no Brasil. Na ocasião lhe foi sugerido que renunciasse ao cargo como forma de evitar a prisão, ao que ele respondeu: “não trair a vontade dos que o elegeram”.

Com a anistia e após 14 anos longe do País, Miguel Arraes volta ao Brasil em setembro de 1979. Elegeu-se deputado federal em 1982, pelo PMDB. Em 1986, vence as eleições para governador de Pernambuco, na chamada caravana da esperança, marcada por uma forte mobilização da sociedade civil que sabia da importância de sua eleição para a luta democrática e por justiça social.

Em 1990, filia-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). É eleito mais uma vez governador em 1994, aos 78 anos. Em 2002, aos 86 anos de idade, vence sua última eleição, elegendo-se com votação consagradora, tendo dado uma valiosa contribuição à governabilidade e ao sucesso do governo do Presidente Lula, tendo indicado socialistas para o Ministério da Ciência e Tecnologia.

Miguel Arraes é natural da cidade de Araripe, antigo Brejo Seco, primogênito e único filho homem de Maria Benigna Arraes de Alencar e José Almino de Alencar e Silva. Em dois casamentos, teve 10 filhos. É pai de Ana Lúcia Arraes de Alencar, ministra do Tribunal de Contas da União, e avô de Eduardo Campos, também político e governador de Pernambuco por duas vezes.

Durante a juventude, Miguel Arraes mudou-se para a cidade do Crato, no sul do Ceará, com o objetivo de concluir o curso ginásio (segunda etapa do atual ensino fundamental). Nesses anos, um fato marcou definitivamente sua personalidade como político e como homem. Presenciou um curral com três flagelados presos por tentarem fugir da seca para Fortaleza. A consciência da desigualdade social lhe veio dessa remota convivência com o flagelo da seca e com a fome dos sertanejos.

Sizan Luis Esberci

Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP)

 

#TodosPelaAmazônia repudiam extinção da Renca pelo governo Temer

Brasília, 30/08/2017 – #TodosPelaAmazônia é a palavra de ordem da manifestação no Congresso Nacional, nesta quarta, 30, para repudiar o decreto 9.147/2017, pelo qual o presidente Michel Temer extingue a Reserva Nacional de Cobre e Associados – RENCA para entregar à mineração privada uma área de 4 milhões de hectares, no Amapá e no Pará. Senadores, deputadas, deputados e defensores do meio ambiente que integram a Frente Ambientalista participaram do ato.

Nesta terça, 29, o juiz Rolando Spanholo, da 21ª Vara Federal de Brasília, determinou a suspensão dos efeitos de “todo e qualquer ato administrativo tendente a extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca)”, mas há possibilidade de recurso.

No evento que teve a presença da atriz Maria Paula, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) anunciou o Projeto de Decreto Legislativo 751, que apresentou na terça, 29, para anular o decreto presidencial, e a realização de audiência para debater os efeitos nocivos da extinção da RENCA. A deputada socialista defendeu o modelo de desenvolvimento econômico sustentável, cujo projeto foi implantado no Amapá pelo então governador, hoje senador João Capiberibe.

TodosPelaAmazônia repudiam extinção da Renca pelo governo Temer

Ela denunciou que, em 2012, viajou à Terra Indígena Waiãpi, no Parque do Tumucumaque, e ouviu dos indígenas a notícia que o vice-presidente Michel Temer estivera lá, de helicóptero. “Não anunciou na agenda, não chegou na aldeia, não falou com ninguém. Agora sabemos o que ele foi fazer lá”.


A extinção da RENCA recebe protestos no Brasil e no exterior - organizações ambientais, movimentos sociais, as Igrejas Católicas do Canadá e do Amapá, que publicou nota contra o decreto, no final de semana. Com a repercussão negativa, Temer publicou novo decreto, que anulou o 9.142 e republicou a extinção da reserva. “Se o objetivo era nos desmobilizar, Temer não conseguiu”, afirma Janete.
Neste sábado, 02, o Congresso Estadual do PSB será transformado em ato em defesa da RENCA e dos povos que a habitam e contra os decretos de Michel Temer.


Nove áreas protegidas e terras indígenas ficam na Renca: o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, as Florestas Estaduais do Paru e do Amapá, a Reserva Biológica de Maicuru, a Estação Ecológica do Jari, a Reserva Extrativista Rio Cajari, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru e as Terras Indígenas Waiãpi e Rio Paru d`Este. Três povos indígenas – Waiãpi, Apalai e Waiana – além de comunidades extrativistas vivem na reserva que existia desde 1984.

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Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP)
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Anistiados e parlamentares protocolaram ofício ao presidente Temer

Brasília, 29/08/2017 – Anistiados políticos da ditadura civil-militar de 1964 protocolaram no Palácio do Planalto, nesta terça, 29, uma reclamação que denuncia a tentativa de tornar inócua até extinguir a Comissão da Anistia, criada em 2002 para reparar os danos sofridos pelos perseguidos e presos políticos daquele período de exceção no Brasil.

A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), perseguida política e exilada pela ditadura, e os deputados federais Adelmo Leão (PT/MG) e Paulão (PT/AL) acompanharam o grupo, conforme decisão tomada na audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara que debateu o problema pela manhã.

O ofício é dirigido ao presidente Michel Temer, em cujo governo se verifica a redução do quadro de analistas de 30 para apenas três e a partir do qual se passou adotar uma metodologia sem previsão legal: a revisão das decisões da Comissão pela Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça, um órgão inferior à Comissão da Anistia, que foi criada pela lei 10.559/2002.

Palácio montou esquema de segurança desnecessário

Os anistiados denunciam que o procedimento está causando insegurança jurídica aos anistiados que aguardam reparação há 40 anos, atrasando a conclusão dos processos e desqualificando o trabalho já realizado pela Comissão. Eles apontam que a Lei 10.559 garante independência, autonomia e legitimidade ao colegiado.

Janete Capiberibe afirmou que o Brasil ainda precisa fazer a justiça de reparação, julgar e condenar os agentes da repressão – como fizeram Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai – e modificar a formação das polícias para torna-las mais cidadãs e menos repressoras, como fez o governador João Capiberibe durante seu governo, no Amapá.

Repressão – Anistiados e parlamentares denunciaram a recepção truculenta pela segurança do Palácio do Planalto. O grupo de cerca de 40 pessoas foi recebido pela guarda presidencial armada com lançadores de gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral, escudos e cassetetes. Apenas os parlamentares e três representantes dos anistiados puderam entrar.

Os demais se manifestaram na via em frente ao Palácio Presidencial com faixas e gritos de ordem, impedidos de avançar por grades e o despropositado aparato militar. “Somos todos idosos. O mais jovem tem 55 anos. É desrespeitoso”, disseram os anistiados.

Senador Capi e deputada Janete reuniram se com o secretário da biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente

Brasília, 29/08/2017 – A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) apresentou hoje, 29, o projeto de decreto legislativo – PDC – 751 para anular o decreto 9.147/2017, publicado pelo presidente Michel Temer para extinguir a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados – RENCA, em terras dos estados do Amapá e do Pará. Os deputados Edmilson, Chico Alencar e Ivan Valente são coautores da proposta. No mesmo decreto, Temer anulou o decreto 9.142/2017, da terça, 22, que gerou uma onda de protestos mundo afora, e publicou o novo, com teor idêntico e o mesmo objetivo. “As mudanças entre um e outro são só para enganar”, alerta Janete. “Para acabar com a mineração ilegal, como o decreto alega, o poder público deve fiscalizar, não abrir para a mineração privada. Isso só vai agravar o problema”, completa.

A extinção da RENCA já recebeu manifestações de protesto de institutos ambientais, movimentos sociais, populações locais, parlamentares e das Igrejas Católicas do Canadá e do Amapá, que publicou nota no final de semana.
Pelo decreto, o presidente Michel Temer abre para a mineração privada 4,7 milhões de hectares onde ficam nove áreas protegidas e terras indígenas: o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, as Florestas Estaduais do Paru e do Amapá, a Reserva Biológica de Maicuru, a Estação Ecológica do Jari, a Reserva Extrativista Rio Cajari, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru e as Terras Indígenas Waiãpi e Rio Paru d`Este. Nas TIs vivem os povos Waiãpi (APA), Apalaí e Waiana (PA). Até então, só o poder público poderia minerar na área. A reserva foi criada em 1984.

Deputada Janete e deputado Edmilson apresentaram projeto para anular Decreto de Temer

“Extinguir a reserva cria uma enorme insegurança para os povos indígenas e comunidades extrativistas que ocupam áreas da RENCA. Isso vai aumentar os crimes ambientais, gerar impactos sociais negativos e agravar os conflitos por terras no Amapá”, preocupa-se a deputada Janete.

Biodiversidade – Pela manhã, o senador João Capiberibe (PSB/AP) e a deputada Janete foram à Secretaria de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, onde se reuniram com o secretário José Pedro de Oliveira Costa. O secretário confessou estar surpreso com o novo decreto. Capi e Janete foram enfáticos ao expressar a preocupação com a extinção da RENCA, bem como com outros riscos de crimes ambientais, como a exploração de petróleo sobre a reserva de corais recém-descoberta na costa do Amapá e o fim da pororoca pela criação de búfalos e a construção de hidrelétricas no Rio Araguari.

Texto e fotos:
Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
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Emenda da deputada Janete Capiberibe (PSB) foram destinados para aquisição de equipamentos e material permanente para Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Macapá.O Departamento Administrativo Financeiro da Secretaria Municipal de Saúde de Macapá (Semsa) confirmou que 90%, de um total de R$ 1.491.625,00, já foram empenhados. Esses recursos são provenientes de emenda da deputada Janete Capiberibe (PSB) e foram destinados para aquisição de equipamentos e material permanente para Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Macapá.

Após a conclusão desse certame, o restante do valor será utilizado em uma nova licitação para aquisição de um veículo para a Semsa.

Neste momento, a Secretaria de Saúde está convocando as empresas vencedoras para a entrega do empenho e automaticamente a entrega dos produtos para posterior efetivação do pagamento.

A previsão é de que, no máximo em 60 dias, a Semsa encaminhe para as seguintes UBS: Congós, Pacoval, Rubim Aronovitch, LB Fontoura, Curiaú, São Pedro dos Bois e Santo Antônio da Pedreira.

A deputada Janete Capiberibe e sua equipe, por meio da Gestão Compartilhada, estão fazendo o acompanhamento desta emenda desde 2016. A parlamentar já reuniu com os moradores dos bairros onde ficam as UBS para mostrar a relação dos bens que serão comprados para as referidas unidades.

"Vamos acompanhar inclusive a entrega desses equipamentos, bem como orientar a comunidade a fiscalizar seu uso correto", comentou a deputada.

Fonte:Redação MZ - mzportal.com.br

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